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Onda de recuperações judiciais ameaça indenizações trabalhistas e pode reduzir interesse de empresas na compra de processos

25 de março de 2026
Contábeis

Trabalhadores correm mais riscos no recebimento e as ações judiciais passam a ser analisadas com cautela pelo mercado de cessão de crédito

O aumento no número de empresas em recuperação judicial e extrajudicial no Brasil acende um alerta para trabalhadores que têm ações trabalhistas em andamento. Recentemente, gigantes como Raízen e Grupo Pão de Açúcar recorreram a esse mecanismo para renegociar bilhões em dívidas, evidenciando um cenário de risco crescente para credores e empregados.

Quando as companhias entram em processos de reorganização financeira, o pagamento de dívidas, incluindo indenizações trabalhistas, pode ser atrasado, renegociado ou ficar comprometido. O movimento ocorre em um contexto de expansão expressiva das empresas em dificuldade financeira no país. Segundo os últimos dados divulgados pelo Indicador de Falência e Recuperação Judicial da Serasa Experian, foram registradas 638 novas solicitações nos primeiros meses de 2025. No ano anterior, o país registrou recorde: 2.273 empresas pediram recuperação judicial, um aumento de 61,8% em relação a 2023 e o maior número desde o início da série histórica.

Para especialistas, esse cenário amplia as incertezas para trabalhadores que aguardam decisões na Justiça do Trabalho. "Quando uma empresa entra em recuperação judicial, todas as dívidas passam a integrar um plano de pagamento aprovado pelos credores e homologado pela Justiça. Já na recuperação extrajudicial, a negociação ocorre diretamente entre empresa e credores, mas também precisa de validação judicial. Em ambos os casos, trata-se de um sinal claro de que a saúde financeira da companhia não vai bem”, explica Herbert Camilo, CEO da Anttecipe.com.

Na prática, as consequências podem incluir a suspensão temporária de cobranças e execuções judiciais, pagamentos parcelados , e priorização de determinadas categorias de crédito, o que pode alterar a ordem de recebimento e prolongar o pagamento de indenizações.

“Para os credores, as preocupações são descontos nos valores e prazos maiores. Já para o trabalhador com ação judicial em andamento, é um grande sinal de alerta de que o prazo para receber pode se prolongar ainda mais”, afirma Camilo.

 

Mercado em alerta

O recorde de pedidos de recuperação judicial também impacta o mercado de cessão de crédito judicial, modalidade em que empresas especializadas compram direitos de recebimento de processos trabalhistas. Com mais empresas em dificuldade financeira, o risco das operações aumenta e o interesse na compra desses créditos contra empresas que estão financeiramente vulneráveis tende a cair.

“Com o alto volume de empresas em recuperação, o mercado de cessão de crédito também entra em alerta, pois as ações trabalhistas passam a apresentar maior risco. Para quem compra, a estrutura financeira das empresas é fundamental para que honrem os pagamentos dos processos. Se ela entrar em um plano de reorganização, a compra do processo trabalhista pode se tornar menos atrativa para este mercado”, comenta o CEO.

Isso significa que trabalhadores que esperam muito tempo para negociar a cessão do crédito podem encontrar um mercado mais cauteloso ou até menos disposto a adquirir esses processos, especialmente quando a empresa devedora já apresenta dificuldades financeiras.

 

Alternativa legal e segura

A cessão de crédito judicial, popularmente chamada de venda do processo trabalhista, é uma alternativa segura e dentro da legalidade. Prevista no artigo 286 do Código Civil, essa modalidade permite que o trabalhador receba o valor a que tem direito antecipadamente, transferindo o direito de receber a indenização a uma empresa especializada.

 

“A venda do processo trabalhista é uma saída para o trabalhador que não quer correr o risco de acabar não recebendo e a Anttecipe.com pode pagar até 80% do valor líquido a que o reclamante tem direito, em até 24 horas após a assinatura do contrato. Além de antecipar o recebimento, a cessão de crédito elimina riscos futuros”, finaliza Camilo.

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